quinta-feira, 23 de agosto de 2007

01 de Setembro - Iº LEILÃO BORRACHOS DA SECÇÃO COLUMBÓFILA CASA POVO RAIVA

Dia 2 de Setembro de 2007, Escola EB 2,3 do Couto Mineiro, almoço de convívio. Festejava-se a criação recente da Secção Columbófila da Casa do Povo da Raiva. Uma apetitosa feijoada à moda do Porto! Decorrido o almoço, esperando pelo cafezinho, discursou o Presidente da Casa do Povo
, o representante da Câmara de Castelo de Paiva e o Presidente da Secção. Ambicionaram, todos, muitos êxitos à recém-nascida secção. Dentro das possibilidades de cada um, o apoio será o possível.
A efeméride abarcou, também, o tradicional “LEILÃO DE BORRACHOS”.
Tudo foi decorrendo tão naturalmente que, sem esforço, todos foram envolvidos no clima. Era um ambiente tão familiar, entre os presentes, columbófilos, aficionados ou simplesmente curiosos. Diluíram-se fronteiras de convivência e irmanados, todos sentiam a importância do momento - o arranque de uma nova e promissora actividade de lazer.
Os exemplares de pombos tinham a sua beleza! Qual deles o mais sublime? E o mais elegante? Qual seria o mais veloz? Promessas? Sonhos? Origens? O “leiloeiro encartado” dava profissionalmente a cada exemplar a ênfase necessária e precisa. Era tão empolgante, o convívio, que as mulheres dos columbófilos, apanhadas na teia, “picavam” os exemplares para presentearem os seus maridos. Por cada € 50.00, no lanço, suspensão, havia direito a música e a aclamação... Os mais espevitados atreviam-se a um pezinho de dança.
Indiferentes? Não os havia! Um par de braços, infantil, empenhava-se em colocar os borrachos no “pelouro” do leilão. O esforço era-lhe compensado pelo contacto mais directo com as espécies, tanto que seu pai, não sendo columbófilo, impetuoso, “picou” um borracho.
A meio deste percurso o sorteio do porco, que num outro leilão contemplara um columbófilo. Este ofereceu-o aos iniciados desta Secção. Saiu ao nº 370, columbófilo da casa. Destino final do porco: será assado no espeto, muito em breve, numa tarde de confraternização.
Deleitados os nossos olhos, com tantos borrachos, surge a hora - os aromas pairavam no ar - de deliciarmos o estômago, com as tirinhas assadas e um perfumado caldo verde... tudo regado por um bom vinho verde de Bairros. Valeu, aqui, a mãozinha de um director da Casa do Povo, prontificando-se na azáfama dos grelhados. A sobremesa do almoço estendeu-se à merenda. O bom melão e o excelente pudim, surpresa das cozinheiras, remataram a parte final.
Tivemos, ainda, a presença do Sr. Presidente da Junta de Freguesia da Raiva e o regresso da Presidente do Agrupamento.
Objectivos alcançados! Os columbófilos mais optimistas congratulavam-se e rendiam-se ao êxito do primeiro leilão da Secção. “Não foi nada mau!” – diziam entre si, com olhares comprometedores. Os outros, talvez mais exigentes, comentavam que “podia ter sido melhor…” Bem, a experiência está feita e os resultados à vista! Animem-se todos e mão à obra que o momento é de iniciativa e garra. Parabéns!

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